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	<title>Ambiente às Direitas</title>
	<link>http://ambienteasdireitas.blogsome.com</link>
	<description>Este blog serve como meio de divulgação do recém-criado Gabinete de Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (GADS) da Juventude Popular. Pretende-se aqui discutir temas relativos ao ambiente, partilhar informação e divulgar eventos a realizar nesta área.</description>
	<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 12:24:59 +0000</pubDate>
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		<title>Plantas ornamentais de interior melhoram a qualidade do ar</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 12:24:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GADS</dc:creator>
		
	<category>Saúde Pública</category>
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		<description><![CDATA[	A qualidade do ar interior e a presen&ccedil;a de poluentes é responsável, segundo um estudo da Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Saúde de 2002, por 1,6 milh&otilde;es de mortes anualmente. Com efeito, a qualidade do ar está na origem de várias doen&ccedil;as agudas &ndash; asma, náuseas &ndash; e crónicas &ndash; cancro e perturba&ccedil;&otilde;es neurológicas, reprodutivas, respiratórias e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>A qualidade do ar interior e a presen&ccedil;a de poluentes é responsável, segundo um estudo da Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Saúde de 2002, por 1,6 milh&otilde;es de mortes anualmente. Com efeito, a qualidade do ar está na origem de várias doen&ccedil;as agudas &ndash; asma, náuseas &ndash; e crónicas &ndash; cancro e perturba&ccedil;&otilde;es neurológicas, reprodutivas, respiratórias e do desenvolvimento.</p>
	<p>Entre os compostos que deterioram a qualidade do ar interior e que emanam das tintas, dos vernizes, das colas, das mobílias, das roupas, dos materiais de constru&ccedil;&atilde;o e até da água da torneira encontram-se inúmeros compostos org&acirc;nicos voláteis.</p>
	<p>Um estudo recente realizado na Universidade da Geórgia (EUA) e publicado na revista <em>HortScience</em> sugere que as plantas ornamentais interiores podem eliminar do ar este tipo de compostos prejudiciais.</p>
	<p>Os cientistas analisaram a capacidade de absor&ccedil;&atilde;o de cinco compostos org&acirc;nicos voláteis com efeitos nocivos na saúde humana &ndash; benzeno, tolueno, octano, TCE e alfa-pineno - por parte de várias espécies de plantas ornamentais interiores e classificaram-nas de acordo com a sua eficácia.</p>
	<p>Das 28 espécies testadas, <em>Hemigraphis alternata</em>, <em>Hedera helix</em> (hera), <em>Hoya carnosa</em> (flor de cera),&nbsp;e <em>Asparagus densiflorus</em> (Espargo) revelaram as maiores taxas de absor&ccedil;&atilde;o de todos os compostos org&acirc;nicos voláteis estudados, enquanto <em>Tradescantia pallida</em>&nbsp; registou valores elevados para quatro destes poluentes.</p>
	<p>Assim, os resultados sugerem que a presen&ccedil;a de plantas ornamentais em espa&ccedil;os fechados pode contribuir de forma significativa para a melhoria da qualidade do ar, em benefício da saúde de quem o respira.</p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.naturlink.pt/">www.naturlink.pt</a></p>
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		<title>Sacos de compras vão ser ecológicos</title>
		<link>http://ambienteasdireitas.blogsome.com/2008/07/07/sacos-de-compras-vao-ser-ecologicos/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 13:29:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GADS</dc:creator>
		
	<category>Direito/Justiça</category>
	<category>Economia e Gestão</category>
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		<description><![CDATA[	Partidos e ambientalistas querem plástico biodegradável e recipientes  reutilizáveis nos supermercados.
	A discuss&atilde;o parlamentar de várias iniciativas legislativas para a redu&ccedil;&atilde;o e elimina&ccedil;&atilde;o dos sacos de plástico convencionais dentro cinco anos acendeu a polémica, com a indústria a criticar a medida e os ambientalistas a pedir mais ac&ccedil;&otilde;es. 
	 &quot;Saco de plástico é a op&ccedil;&atilde;o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p align="justify"><strong>Partidos e ambientalistas querem plástico biodegradável e recipientes  reutilizáveis nos supermercados.</strong></p>
	<p align="justify">A discuss&atilde;o parlamentar de várias iniciativas legislativas para a redu&ccedil;&atilde;o e elimina&ccedil;&atilde;o dos sacos de plástico convencionais dentro cinco anos acendeu a polémica, com a indústria a criticar a medida e os ambientalistas a pedir mais ac&ccedil;&otilde;es. </p>
	<p align="justify"> &quot;Saco de plástico é a op&ccedil;&atilde;o mais ecológica&quot;, assegura a Associa&ccedil;&atilde;o Portuguesa de Indústria de Plásticos (APIP), em comunicado sobre iniciativas para a preven&ccedil;&atilde;o e redu&ccedil;&atilde;o destes materiais nos resíduos, que resultou na aprova&ccedil;&atilde;o, pelo Parlamento, na passada sexta-feira, de uma proposta de resolu&ccedil;&atilde;o do Partido Ecologista &quot;Os Verdes&quot; (PEV) e outra do CDS-Partido Popular, bem como a passagem &agrave; discuss&atilde;o na especialidade de um projecto de lei do PSD.</p>
	<p align="justify"><a href="http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=965439" target="_blank">Jornal de Notícias. 07.07.2008.</a> </p>
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		<title>Direito ao Ambiente Comunicado da Comissão Política Nacional da JP</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jun 2008 13:18:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GADS</dc:creator>
		
	<category>Cidadania</category>
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		<description><![CDATA[	&nbsp;
	Direito ao Ambiente
	A Juventude Popular (J.P.), tendo por base a necessidade de elevar a fasquia no que confere &agrave; forma de ver e pensar o Ambiente, está assim livre de todo e qualquer preconceito na forma de encarar o Ambiente.
	Para a JP o Ambiente pode e deve ser visto como um bem que Portugal tem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p align="center"><img width="171" height="96" border="0" src="http://ambienteasdireitas.blogsome.com/wp-admin/images/LogoJP.jpg" alt="" title="" />&nbsp;</p>
	<p align="center"><strong>Direito ao Ambiente</strong></p>
	<p align="justify">A Juventude Popular (J.P.), tendo por base a necessidade de elevar a fasquia no que confere &agrave; forma de ver e pensar o Ambiente, está assim livre de todo e qualquer preconceito na forma de encarar o Ambiente.</p>
	<p align="justify">Para a JP o Ambiente pode e deve ser visto como um bem que Portugal tem a obriga&ccedil;&atilde;o de agarrar para se promover no panorama internacional, n&atilde;o achamos que o Ambiente deva ser visto como algo intocável, sobrecarregado de legisla&ccedil;&atilde;o que complique o desenvolvimento da economia, mas sim deve ser uma área aberta a todos os sectores da sociedade transferindo cada vez mais para as pessoas e para as empresas, a responsabilidade de elas próprias lutarem pelo que deve ser uma salvaguarda do meio Ambiente sem amputar as bases do desenvolvimento da sociedade.</p>
	<p align="justify">Este governo, há muito que se esqueceu dos reais problemas Ambientais que nos afectam e do potencial que podemos tirar do Ambiente para nos ajudar a sair desta crise que teima em n&atilde;o ter fim.</p>
	<p align="justify">Os recursos naturais, uma das maiores magnific&ecirc;ncias do nosso país, permanecem amea&ccedil;ados como acontece com a qualidade da água nas zonas balneares, que continua a estar aquém das expectativas, continuando a reflectir-se nestas zonas as graves defici&ecirc;ncias nos sistemas de recolha e tratamento de águas residuais e a falta de coordena&ccedil;&atilde;o na gest&atilde;o das bacias hidrográficas, facto que n&atilde;o mereceu a devida import&acirc;ncia para o governo portugu&ecirc;s que mantém a sua inércia, pois a transposi&ccedil;&atilde;o da directiva 2006/7/CE de 15 de Fevereiro de 2006, relativa &agrave; qualidade das águas balneares ainda n&atilde;o foi transposta, como deveria ter sido até dia 10 de Mar&ccedil;o de 2008, n&atilde;o o tendo sido até &agrave; data.</p>
	<p align="justify">Ainda a respeito dos recursos naturais, observe-se a ocupa&ccedil;&atilde;o desregulada e abusiva das zonas costeiras, territórios naturalmente frágeis e ambientalmente ricos. Somam-se os concelhos em que os POOC n&atilde;o saem do papel ou s&atilde;o duvidosamente contornados, sob o olhar inerte das entidades responsáveis. É tempo de parar com este tipo de ocupa&ccedil;&atilde;o desenfreada, sob pena de se comprometer a seguran&ccedil;a das popula&ccedil;&otilde;es que habitam estas áreas e destruir tudo o que possuem de atractivo.</p>
	<p align="justify">A salvaguarda da biodiversidade continua a ser uma miragem pois a prolifera&ccedil;&atilde;o de projectos desproporcionados para realidade portuguesa que continuam a ser levados a cabo em zonas de Rede Natura 2000, Reserva Ecológica Nacional (REN) e Reserva Agrícola Nacional (RAN), colocam muitas vezes em risco a biodiversidade do nosso país. Para a JP é claro que Portugal deve crescer, criando empresas e oferecendo turismo de qualidade, mas também é claro para nós que se existem zonas que de facto t&ecirc;m interesse do ponto de vista Ambiental e que devem ser mantidas e valorizadas.</p>
	<p align="justify">Portugal vive hoje um dos mais sérios problemas energéticos de sempre, facto que preocupa e muito a JP, que n&atilde;o entende o porqu&ecirc; deste governo ao seu bom estilo continuar a ignorar o problema. O nosso país a nível Internacional é um dos mais bem posicionados para poder tirar partido das energias endógenas e fazer face a esta crise que nos afecta. No entanto políticas erradas num país onde o Ministério do Ambiente só existe formalmente mas cuja exist&ecirc;ncia passa despercebida &agrave; grande maioria dos portugueses, mesmo &agrave;queles que seguem mais de perto os problemas ambientais, t&ecirc;m impedido uma maior expans&atilde;o do recurso a fontes de energia alternativas como é o caso da energia solar em que mais uma vez continuamos a divergir da meta definida para 2010, no Programa E4 &ndash; Efici&ecirc;ncia Energética e Energias Endógenas.</p>
	<p align="justify">Devemos apostar nas energias renováveis, mas também devemos ter a coragem de criar em Portugal condi&ccedil;&otilde;es para a redu&ccedil;&atilde;o do consumo de combustíveis fósseis, apostando cada vez mais nos transportes amigos do ambiente. Também aqui somos claros dizendo que este governo falhou ao incentivar uma política de redu&ccedil;&atilde;o de consumo de combustíveis com base no aumento desproporcionado do pre&ccedil;o dos combustíveis, assente numa política fiscal verdadeiramente dantesca. Para a JP a redu&ccedil;&atilde;o do consumo de combustíveis passa por uma inflex&atilde;o na política de constru&ccedil;&atilde;o de desenfreada de estradas e por uma aposta clara na moderniza&ccedil;&atilde;o da rede ferroviária que deverá dotar destas infra-estruturas todas as regi&otilde;es do país e por um incentivo &agrave;s empresas de transportes públicos numa melhoria dos seus servi&ccedil;os, nomeadamente nos grandes centros e no interior do país.</p>
	<p align="justify">É óbvio para a JP que o Ambiente será um dos factores de refer&ecirc;ncia numa sociedade justa e economicamente saudável.</p>
	<p align="justify">&nbsp;</p>
	<p align="center">A Comiss&atilde;o Política Nacional</p>
	<p align="center">&ldquo;Vamos Elevar a Fasquia&rdquo;</p>
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		<title>Dia Mundial do Ambiente - 5 de Junho</title>
		<link>http://ambienteasdireitas.blogsome.com/2008/06/05/dia-mundial-do-ambiente-5-de-junho/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Jun 2008 13:18:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GADS</dc:creator>
		
	<category>Cidadania</category>
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		<description><![CDATA[	O tema seleccionado para a celebra&ccedil;&atilde;o do Dia Mundial do Ambiente em 2008 foi o das altera&ccedil;&otilde;es climáticas - suas causas e efeitos, e as respostas que as sociedades&nbsp; podem adoptar para ajudar a inverter o processo.
	Reconhecendo que as altera&ccedil;&otilde;es climáticas constituem actualmente uma das grandes preocupa&ccedil;&otilde;es ambientais, o Programa das Na&ccedil;&otilde;es Unidas para o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p align="justify">O tema seleccionado para a celebra&ccedil;&atilde;o do Dia Mundial do Ambiente em 2008 foi o das altera&ccedil;&otilde;es climáticas - suas causas e efeitos, e as respostas que as sociedades&nbsp; podem adoptar para ajudar a inverter o processo.</p>
	<p align="justify">Reconhecendo que as altera&ccedil;&otilde;es climáticas constituem actualmente uma das grandes preocupa&ccedil;&otilde;es ambientais, o Programa das Na&ccedil;&otilde;es Unidas para o Ambiente (PNUA) insta os países, empresas e comunidades a reduzirem a emiss&atilde;o dos gases com efeito de estufa, sublinhando que todos nós podemos optar por fazer parte da solu&ccedil;&atilde;o, consumindo menos energia e fazendo op&ccedil;&otilde;es mais ecológicas no nosso quotidiano.&nbsp;</p>
	<p align="justify">As principais comemora&ccedil;&otilde;es internacionais do Dia Mundial do Ambiente 2008 realizar-se-&atilde;o em Wellington, na Nova Zel&acirc;ndia e o slogan adoptado para este ano é &ldquo;Kick the Habit! Towards a Low Carbon Economy&rdquo;.</p>
	<p align="justify">O Dia Mundial do Ambiente foi estabelecido em 1972, pela Assembleia Geral das Na&ccedil;&otilde;es Unidas, para assinalar a abertura da Confer&ecirc;ncia de Estocolmo sobre Ambiente Humano.</p>
	<p align="justify">Fonte: <a href="http://www.gri.maotdr.gov.pt/Website/Evento_Detalhe.aspx?NoticiaID=2206" target="_blank">GRI Gabinete de Real&ccedil;&otilde;es Internacionais</a>&nbsp;</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Governo quer proibir saída de lixos perigosos para a UE</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Jun 2008 13:01:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GADS</dc:creator>
		
	<category>Cidadania</category>
	<category>Saúde Pública</category>
	<category>Economia e Gestão</category>
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		<description><![CDATA[	O Governo quer proibir a exporta&ccedil;&atilde;o de resíduos perigosos de Portugal para outros países da Uni&atilde;o Europeia. Esta é uma forma de proteger os dois centros integrados de reciclagem, valoriza&ccedil;&atilde;o e elimina&ccedil;&atilde;o de resíduos perigosos (CIRVER) que hoje s&atilde;o inaugurados na Chamusca.
	&nbsp;
	Fonte: ECOSFERA&nbsp;
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<div align="justify"><a href="http://ecosfera.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1331162&#038;idCanal=92" target="_blank">O Governo quer proibir a exporta&ccedil;&atilde;o de resíduos perigosos de Portugal para outros países da Uni&atilde;o Europeia. Esta é uma forma de proteger os dois centros integrados de reciclagem, valoriza&ccedil;&atilde;o e elimina&ccedil;&atilde;o de resíduos perigosos (CIRVER) que hoje s&atilde;o inaugurados na Chamusca.</a></div>
	<div align="justify">&nbsp;</div>
	<div align="right">Fonte: ECOSFERA&nbsp;</div>
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	</item>
		<item>
		<title>Semana Verde (3 a 6 de Junho): A ecologia começa a tornar-se central para as empresas</title>
		<link>http://ambienteasdireitas.blogsome.com/2008/06/04/semana-verde-3-a-6-de-junho-a-ecologia-comeca-a-tornar-se-central-para-as-empresas/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Jun 2008 12:43:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GADS</dc:creator>
		
	<category>Sem categoria</category>
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		<description><![CDATA[	A Comiss&atilde;o Europeia considera ser necessário mudar a maneira como a sociedade produz e consome de modo a que se torne possível ter um desenvolvimento sustentável e pretende impor padr&otilde;es obrigatórios de produ&ccedil;&atilde;o e consumo com vista a aproximar-se deste objectivo, e é por isso que este ano a sua Semana Verde, que teve início [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p align="justify"><a href="http://ecosfera.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1331117" target="_blank">A Comiss&atilde;o Europeia considera ser necessário mudar a maneira como a sociedade produz e consome de modo a que se torne possível ter um desenvolvimento sustentável e pretende impor padr&otilde;es obrigatórios de produ&ccedil;&atilde;o e consumo com vista a aproximar-se deste objectivo, e é por isso que este ano a sua Semana Verde, que teve início hoje em Bruxelas, decorre centrada no lema do uso sustentável dos recursos.</a></p>
	<p align="justify"><a href="http://ecosfera.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1331117" target="_blank">O mote e o cenário foram dados pelo comissário europeu do Ambiente, o grego Stavros Dimas, que no discurso que fez na sess&atilde;o de abertura do evento afirmou também que a solu&ccedil;&atilde;o para um consumo sustentável é utilizar menos energia e menos matéria prima, pelo que &ldquo;precisamos de p&ocirc;r as nossas economias a fazer mais com menos&rdquo;. Disse que proteger o ambiente cria empregos, num discurso em que teve um tom muito determinado quanto &agrave; necessidade e inevitabilidade de mudar a economia e a sociedade.</a> </p>
	<p align="right">FONTE: ECOSFERA</p>
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	</item>
		<item>
		<title>ANREEE: Mercado recebeu 70 milhões de EEE em 2007</title>
		<link>http://ambienteasdireitas.blogsome.com/2008/05/27/anreee-mercado-recebeu-70-milhoes-de-eee-em-2007/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 May 2008 10:20:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GADS</dc:creator>
		
	<category>Cidadania</category>
	<category>Economia e Gestão</category>
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		<description><![CDATA[	Segundo dados da Associa&ccedil;&atilde;o Nacional de Registo de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos (ANREEE), foram colocados em 2007 no mercado nacional cerca de 70 milh&otilde;es de equipamentos eléctricos e electrónicos (EEE) novos, o equivalente a cerca de 177 mil toneladas. 
	&laquo;Comparativamente a 2006, o mercado em 2007 cresceu significativamente, na ordem dos 30% em quantidades unitárias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p align="justify"><span class="leadArtigo">Segundo dados da Associa&ccedil;&atilde;o Nacional de Registo de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos (ANREEE), foram colocados em 2007 no mercado nacional cerca de 70 milh&otilde;es de equipamentos eléctricos e electrónicos (EEE) novos, o equivalente a cerca de 177 mil toneladas.</span> </p>
	<p align="justify">&laquo;Comparativamente a 2006, o mercado em 2007 cresceu significativamente, na ordem dos 30% em quantidades unitárias e peso&raquo;, analisa Rui Cabral, director executivo da ANREEE. Esta evolu&ccedil;&atilde;o positiva, explica o responsável, &laquo;permite concluir que o aumento de empresas registadas acompanha o aumento dos valores de mercado&raquo;. </p>
	<p align="justify">Na opini&atilde;o de Rui Cabral, &laquo;pela primeira vez em Portugal é possível tra&ccedil;ar um retrato bastante fiel do mercado no sector eléctrico e electrónico, com base nos números decorrentes das declara&ccedil;&otilde;es de actividade prestadas pelas empresas registadas na ANREEE&raquo;. Perante estes resultados, &laquo;pode-se ainda concluir que em média est&atilde;o a ser colocados no mercado portugu&ecirc;s cerca de sete EEE por habitante/ano, o que corresponde a um peso de 17,6 kg <em>per capita</em> anuais&raquo;. </p>
	<p align="right">FONTE: <a href="http://ambienteasdireitas.blogsome.com/wp-admin/www.diariodigital.pt" target="_blank">DIÁRIO DIGITAL</a></p>
	<p align="right"><a href="http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=114&#038;id_news=334182" target="_blank">LER MAIS</a></p>
]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Sanções para crimes contra o ambiente</title>
		<link>http://ambienteasdireitas.blogsome.com/2008/05/23/sancoes-para-crimes-contra-o-ambiente/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 May 2008 08:37:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GADS</dc:creator>
		
	<category>Direito/Justiça</category>
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		<description><![CDATA[	O Parlamento Europeu (PE) aprovou no passado dia 21, em Estrasburgo, uma directiva de Bruxelas que criminaliza as infrac&ccedil;&otilde;es ambientais, prevendo san&ccedil;&otilde;es penais contra os poluidores.
	O texto aprovado estabelece um conjunto de infrac&ccedil;&otilde;es penais que ter&atilde;o de ser punidas como crime por todos os Estados-membros da Uni&atilde;o Europeia (UE), estabelecendo um conjunto de &quot;regras mínimas&quot; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p align="justify">O Parlamento Europeu (PE) aprovou no passado dia 21, em Estrasburgo, uma directiva de Bruxelas que criminaliza as infrac&ccedil;&otilde;es ambientais, prevendo san&ccedil;&otilde;es penais contra os poluidores.</p>
	<p align="justify">O texto aprovado estabelece um conjunto de infrac&ccedil;&otilde;es penais que ter&atilde;o de ser punidas como crime por todos os Estados-membros da Uni&atilde;o Europeia (UE), estabelecendo um conjunto de &quot;regras mínimas&quot; definindo o que é considerado crime ambiental e que todos ser&atilde;o obrigados a adoptar dois anos após a entrada em vigor da directiva.</p>
	<p align="justify">Bruxelas fixa que o tipo e grau das san&ccedil;&otilde;es penais a aplicar é da compet&ecirc;ncia dos 27, sendo que a directiva prev&ecirc; que sejam punidas como crime, por exemplo, a morte, destrui&ccedil;&atilde;o, posse e captura de espécies protegidas da fauna ou da flora selvagem. O texto criminaliza ainda &quot;a produ&ccedil;&atilde;o, importa&ccedil;&atilde;o, exporta&ccedil;&atilde;o, coloca&ccedil;&atilde;o no mercado ou utiliza&ccedil;&atilde;o de subst&acirc;ncias que empobrecem a camada de ozono&quot;.</p>
	<p align="justify"><a href="http://jn.sapo.pt/2008/05/22/sociedade_e_vida/sancoes_para_crimes_contra_o_ambient.html" target="_blank">Jornal de Notícias. 22.05.08&nbsp;</a></p>
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		<title>Sílvia Alberto na senda de &#8216;ecocriminosos&#8217;</title>
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		<pubDate>Fri, 09 May 2008 10:11:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GADS</dc:creator>
		
	<category>Cidadania</category>
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		<description><![CDATA[	
	Sílvia Alberto deu uma li&ccedil;&atilde;o ambiental aos jornalistas que pontificaram na apresenta&ccedil;&atilde;o de &quot;Desafio Verde&quot;, que a própria inaugurou no passado domingo, cerca das 21 horas na RTP2. No mínimo original foi a forma como a apresentadora irrompeu pelas instala&ccedil;&otilde;es da RTP &agrave; frente de uma viatura coberta de lixo que foi despejado numa mesa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<div align="justify"><strong><img width="250" hspace="5" height="161" border="0" align="left" src="http://ambienteasdireitas.blogsome.com/wp-admin/images/silvia.jpg" /></strong></div>
	<p><span class="arial_11_preto">Sílvia Alberto deu uma li&ccedil;&atilde;o ambiental aos jornalistas que pontificaram na apresenta&ccedil;&atilde;o de &quot;Desafio Verde&quot;, que a própria inaugurou no passado domingo, cerca das 21 horas na RTP2. No mínimo original foi a forma como a apresentadora irrompeu pelas instala&ccedil;&otilde;es da RTP &agrave; frente de uma viatura coberta de lixo que foi despejado numa mesa de trabalho, Sílvia fez como que uma auditoria aos despojos produzidos nas confer&ecirc;ncias de imprensa, provando que todos somos &quot;eco-criminosos&quot;. Os números falam por si:1300 garrafas de plástico e outros tantos copos, 1040 pilhas para os gravadores, sendo que cada uma delas contamina 600 mil litros de água, ou seja, oito vezes o total do Oceanário de Lisboa e ainda 520 canetas. A pergunta imp&otilde;e-se: como é que se faz este cálculo? &quot;Através de uma estimativa daquilo que se designa como pegada ecológica e que representa a área de terreno que é necessária para sustentar o nosso estilo de vida&quot;, explicou Nuno Quental, o especialista que acompanhará Sílvia Alberto nas visitas de inspec&ccedil;&atilde;o aos atentados ecológicos imputados a seis famílias, que perfazem o número de episódios semanais deste &quot;Desafio Verde&quot;.</span></p>
	<p><a target="_blank" href="http://jn.sapo.pt/2008/05/04/televisao/silvia_alberto_nasenda_ecocriminosos.html">Jornal de Notícias. 2008.05.04</a></p>
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		<title>Porto ganha bandeira azul</title>
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		<pubDate>Thu, 08 May 2008 09:51:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GADS</dc:creator>
		
	<category>Saúde Pública</category>
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		<description><![CDATA[	S&atilde;o mais tr&ecirc;s do que em 2007 as zonas balneares que este Ver&atilde;o ir&atilde;o ostentar Bandeira Azul, mas mesmo assim fica de fora mais de metade do total nacional de praias designadas. O Porto é o único município que se estreia a receber o galard&atilde;o e Macedo de Cavaleiros o primeiro a ver reconhecida, pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><a href="http://jn.sapo.pt/2008/05/07/sociedade_e_vida/porto_ganha_bandeira_azul.html" target="_blank">S&atilde;o mais tr&ecirc;s do que em 2007 as zonas balneares que este Ver&atilde;o ir&atilde;o ostentar Bandeira Azul, mas mesmo assim fica de fora mais de metade do total nacional de praias designadas. O Porto é o único município que se estreia a receber o galard&atilde;o e Macedo de Cavaleiros o primeiro a ver reconhecida, pelo quinto ano consecutivo, a qualidade de uma praia fluvial. A regi&atilde;o de Lisboa e Vale do Tejo é, em contrapartida, a que mais terreno perde face ao ano passado.</a></p>
	<p>Jornal de Notícias. 2008.05.07&nbsp;</p>
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