Plantas ornamentais de interior melhoram a qualidade do ar
A qualidade do ar interior e a presença de poluentes é responsável, segundo um estudo da Organização Mundial de Saúde de 2002, por 1,6 milhões de mortes anualmente. Com efeito, a qualidade do ar está na origem de várias doenças agudas – asma, náuseas – e crónicas – cancro e perturbações neurológicas, reprodutivas, respiratórias e do desenvolvimento.
Entre os compostos que deterioram a qualidade do ar interior e que emanam das tintas, dos vernizes, das colas, das mobílias, das roupas, dos materiais de construção e até da água da torneira encontram-se inúmeros compostos orgânicos voláteis.
Um estudo recente realizado na Universidade da Geórgia (EUA) e publicado na revista HortScience sugere que as plantas ornamentais interiores podem eliminar do ar este tipo de compostos prejudiciais.
Os cientistas analisaram a capacidade de absorção de cinco compostos orgânicos voláteis com efeitos nocivos na saúde humana – benzeno, tolueno, octano, TCE e alfa-pineno - por parte de várias espécies de plantas ornamentais interiores e classificaram-nas de acordo com a sua eficácia.
Das 28 espécies testadas, Hemigraphis alternata, Hedera helix (hera), Hoya carnosa (flor de cera), e Asparagus densiflorus (Espargo) revelaram as maiores taxas de absorção de todos os compostos orgânicos voláteis estudados, enquanto Tradescantia pallida registou valores elevados para quatro destes poluentes.
Assim, os resultados sugerem que a presença de plantas ornamentais em espaços fechados pode contribuir de forma significativa para a melhoria da qualidade do ar, em benefício da saúde de quem o respira.
Fonte: www.naturlink.pt

O Rio Douro tem menos focos de poluição. A Câmara do Porto está a despoluir os cursos de água que atravessam o concelho. Até 2009, soluções provisórias vão assegurar a qualidade balnear das praias frequentadas por milhares de pessoas.
As emissões mundiais de dióxido de carbono (CO2) aumentaram 16% entre 1990 e 2003, segundo um relatório do Banco Mundial que indica que Portugal quase duplicou este valor no mesmo período.
Das 496 284 toneladas de resíduos sólidos urbanos produzidos na Área Metropolitana do Porto em 2006, 49 212 toneladas foram separadas e colocadas 
