Ambiente às Direitas

Saúde Pública6/ 11/2009 13:24

A qualidade do ar interior e a presença de poluentes é responsável, segundo um estudo da Organização Mundial de Saúde de 2002, por 1,6 milhões de mortes anualmente. Com efeito, a qualidade do ar está na origem de várias doenças agudas – asma, náuseas – e crónicas – cancro e perturbações neurológicas, reprodutivas, respiratórias e do desenvolvimento.

Entre os compostos que deterioram a qualidade do ar interior e que emanam das tintas, dos vernizes, das colas, das mobílias, das roupas, dos materiais de construção e até da água da torneira encontram-se inúmeros compostos orgânicos voláteis.

Um estudo recente realizado na Universidade da Geórgia (EUA) e publicado na revista HortScience sugere que as plantas ornamentais interiores podem eliminar do ar este tipo de compostos prejudiciais.

Os cientistas analisaram a capacidade de absorção de cinco compostos orgânicos voláteis com efeitos nocivos na saúde humana – benzeno, tolueno, octano, TCE e alfa-pineno - por parte de várias espécies de plantas ornamentais interiores e classificaram-nas de acordo com a sua eficácia.

Das 28 espécies testadas, Hemigraphis alternata, Hedera helix (hera), Hoya carnosa (flor de cera), e Asparagus densiflorus (Espargo) revelaram as maiores taxas de absorção de todos os compostos orgânicos voláteis estudados, enquanto Tradescantia pallida  registou valores elevados para quatro destes poluentes.

Assim, os resultados sugerem que a presença de plantas ornamentais em espaços fechados pode contribuir de forma significativa para a melhoria da qualidade do ar, em benefício da saúde de quem o respira.

Fonte: www.naturlink.pt

Cidadania, Saúde Pública, Economia e Gestão4/ 6/2008 14:01
 
Fonte: ECOSFERA 
Saúde Pública8/ 5/2008 10:51

São mais três do que em 2007 as zonas balneares que este Verão irão ostentar Bandeira Azul, mas mesmo assim fica de fora mais de metade do total nacional de praias designadas. O Porto é o único município que se estreia a receber o galardão e Macedo de Cavaleiros o primeiro a ver reconhecida, pelo quinto ano consecutivo, a qualidade de uma praia fluvial. A região de Lisboa e Vale do Tejo é, em contrapartida, a que mais terreno perde face ao ano passado.

Jornal de Notícias. 2008.05.07 

Cidadania, Saúde Pública18/ 10/2007 14:53

A Lipor (re)iniciou a triagem de Plásticos Mistos. Deste modo é importante relembrar que agora já é possível, a todos os habitantes dos 8 Municípios da área de intervenção da Lipor: Porto, Maia, Valongo, Gondomar, Espinho, Vila do Conde, Póvoa de Varzim e Matosinhos, colocar todas as embalagens de plástico, mesmo as garrafas de óleo, pacotes de manteiga, copos de iogurtes, copos de plástico, sacos de arroz, sacos de massa, no contentor Amarelo do Ecoponto.

Não esquecer que os pacotes de leite e sumos – Tetra Pak e Tetra Brik - devem ser colocados no contentor AMARELO!

Cidadania, Saúde Pública17/ 10/2007 10:17

O Rio Douro tem menos focos de poluição. A Câmara do Porto está a despoluir os cursos de água que atravessam o concelho. Até 2009, soluções provisórias vão assegurar a qualidade balnear das praias frequentadas por milhares de pessoas.

Ontem à tarde, foi aniquilada mais uma fonte de poluição do Rio Tinto, o principal foco de descargas poluentes no Douro a jusante de Crestuma. Pouco passava das 16h, quando os técnicos da empresa municipal Águas do Porto desviaram para a ETAR do Freixo o esgoto transportado pela Ribeira de Cartes, afluente do Tinto. Instantaneamente, a água começou a circular mais límpida. Os trabalhadores da empresa municipal iniciaram, então, a limpeza do curso do rio, retirando as lamas e os detritos nauseabundos que se foram acumulando ao longo dos tempos.

“Com medidas simples, sem gastar muito dinheiro, conseguem-se alterações muito significativas em matéria ambiental”, afirmou o presidente da Águas do Porto, Joaquim Poças Martins, que demonstrou in loco a simplicidade do processo de despoluição das ribeiras do Porto. “Foi reparado um colector com avarias e entupimentos. A ligação à ETAR não estava a funcionar”, explicou, frisando que só fazia sentido limpar o curso do rio, depois deste estar despoluído. Depois de eliminados os maiores poluentes, o trabalho prosseguirá da foz do Rio Tinto para montante, eliminando os focos de poluição casa a casa.

O Primeiro de Janeiro. 17.10.2007 

Cidadania, Saúde Pública18/ 9/2007 10:34

A consciência cívica relativa à separação do lixo para a reciclagem é, cada vez mais, uma realidade em Portugal. Cerca de três em cada quatro portugueses garantem ter hábitos de separação do lixo de forma generalizada, de acordo com o estudo "Consumidor 2006", da Marktest.

A investigação incidiu sobre 72,4% da população residente no Continente, com 15 e mais anos e permitiu descodificar maiores diferenças ao nível das classes sociais e da idade.

No que respeita às idades, são os indivíduos entre os 45 e os 54 anos que apresentam uma maior consciência cívica no acto de separar o lixo em casa, alcançando os 79,4%, com valor mais baixo (62,5%) entre os jovens. Mas a discrepância maior assiste-se nas classes sociais, sendo as classes alta e média que apresentam o valor mais elevado (81,8%), enquanto que indivíduos de classe social baixa são os que menos admitem separar lixo para reciclagem (67,6%).

14.09.2007. Jornal de Notícias

Cidadania, Saúde Pública, Economia e Gestão1/ 6/2007 12:45

A ideia surgiu na Cimeira do Rio de Janeiro, em 1992, com o intuito de promover o desenvolvimento sustentável com a participação dos cidadãos e convencionou chamar-se Agenda 21. A ideia espalhou-se e ontem a Lipor assinou com 16 freguesias de oito concelhos da Área Metropolitana do Porto (Paramos e Espinho; Baguim do Monte e S. Cosme, em Gondomar; Moreira da Maia e Maia; Guifões e Santa Cruz do Bispo, em Matosinhos; Ramalde e Lordelo, no Porto; Laúndos e Póvoa de Varzim; Alfena e Ermesinde, no concelho de Valongo; e Árvore e Vila Chã, em Vila do Conde), protocolos para “o desenvolvimento sustentável”.

“Queremos que estas cidades sejam mais sustentáveis, com a promoção do bem estar de quem cá vive”, salienta Nuno Barros, do Gabinete da Sustentabilidade da Lipor, e diz ser possível “mediante o envolvimento das pessoas na causa”.”Uma política de proximidade, com workshops direccionados à participação pública, pedindo-lhes que digam o que entendem estar bem e mal na freguesia que habitam”.

O Agenda 21 é um projecto financiado “por inteiro” pela Lipor e surgiu no seguimento de um projecto anterior, o “Futuro Sustentável”, programa para sensibilização das boas práticas. Numa primeira fase, pretende “sensibilizar a população para esta problemática”. Finda esta etapa, “proceder a um diagnóstico dos problemas levantados e, posteriormente, colocar em prática as soluções encontradas como mais viáveis para a região”. Apesar de este ser “um projecto aberto, sem datas definidas para a sua conclusão”, Nuno Barros aponta “2009” como o ano da emancipação total do projecto, “o ano em que, já com um plano de acção na rua, pretendemos coloca-lo na rua”.

José Sá Reis in O primeiro de Janeiro

Saúde Pública11/ 5/2007 11:44

Corrigir a degradação ambiental, como a poluição do ar e da água, é uma das principais prioridades do Governo chinês antes dos Jogos Olímpicos de 2008. A poluição ambiental é apontada como o primeiro obstáculo à estabilidade económica e social do país. Estima-se que em 2020 a quantidade de lixo acumulada pela China atinja os 400 milhões de toneladas, o equivalente ao volume produzido em todo o mundo em 1997.

Fonte: Lusa / Sol

Energia, Saúde Pública10/ 5/2007 17:16

As emissões mundiais de dióxido de carbono (CO2) aumentaram 16% entre 1990 e 2003, segundo um relatório do Banco Mundial que indica que Portugal quase duplicou este valor no mesmo período.

Segundo a edição deste ano do «Pequeno Livro Verde» do Banco Mundial, que reúne dados relativos ao ambiente e desenvolvimento de 200 países, as emissões de CO2, o principal gás causador do efeito de estufa, continuam a crescer sendo originadas em partes iguais pelos países industrializados e em vias de desenvolvimento.

Em 1960, os países em desenvolvimento representavam apenas um terço do total das emissões mundiais.

O relatório refere que a poluição provocada por dióxido de carbono têm crescido mais rapidamente nos países mais pobres, sobretudo no Sudeste Asiático.

Mas a tendência de crescimento é também visível nos países mais ricos, sobretudo nos Estados Unidos da América (EUA) e no Japão que registaram um forte incremento das emissões de CO2 entre 1990 e 2003 (20 e 15% respectivamente).

Os países da União Europeia tiveram um aumento global de três por cento, mas Portugal cresceu muito acima desta média (26,5% entre 1990 e 2003).

Como grupo, os países mais ricos estão claramente a derrapar face aos compromissos do Protocolo de Quioto, que estabelece uma redução média das emissões de 5,2 por cento até 2012, face aos níveis de 1990.

Os países da Europa de Leste e da Ásia Central são a excepção devido aos efeitos da recessão dos anos 90.

Em 2003, 22 por cento do total das emissões mundiais eram originadas nos EUA, seguindo-se a China com 16 por cento e a União Europeia com 10 por cento.

A Federação Russa era o quarto principal poluidor (seis por cento), seguida de perto pela Índia e pelo Japão (cinco por cento cada).

De acordo com o relatório, no grupo dos países em desenvolvimento, a China e a Índia são os maiores poluidores.

Fonte: Diário Digital / Lusa

Cidadania, Saúde Pública30/ 3/2007 13:56

Das 496 284 toneladas de resíduos sólidos urbanos produzidos na Área Metropolitana do Porto em 2006, 49 212 toneladas foram separadas e colocadas para reciclagem nos ecopontos, ecocentros e zonas de recolha selectiva porta-a-porta, de acordo com dados da Lipor.

Os cidadãos da área de influência da Lipor separaram 6464 toneladas de embalagens plásticas e metálicas, um crescimento de 14,68 por cento face a 2005, 17310 toneladas de papel e cartão (mais 12,29 por cento) e 16 529 toneladas de vidro (mais 7,14 por cento), «o que assinala um aumento significativo de 11 por cento», refere a empresa.

«Estes valores representam claramente uma evolução da participação dos cidadãos na reciclagem multimaterial e são fruto do forte investimento e da aposta que a Lipor e os municípios associados têm desenvolvido, com vista a maximizar e incrementar a quantidade de materiais a enviar para reciclagem», sublinha a Lipor.

Com o encaminhamento para reciclagem de 16 529 toneladas de vidro, a empresa permitiu a poupança de 2,5 milhões de litros de petróleo. Já o encaminhamento de 17 310 toneladas de papel e cartão para reciclagem evitou o abate de cerca de 302 925 árvores.

FONTE: AMBIENTEONLINE