Ambiente às Direitas

Direito/Justiça, Economia e Gestão7/ 7/2008 14:29

Partidos e ambientalistas querem plástico biodegradável e recipientes reutilizáveis nos supermercados.

A discussão parlamentar de várias iniciativas legislativas para a redução e eliminação dos sacos de plástico convencionais dentro cinco anos acendeu a polémica, com a indústria a criticar a medida e os ambientalistas a pedir mais acções.

"Saco de plástico é a opção mais ecológica", assegura a Associação Portuguesa de Indústria de Plásticos (APIP), em comunicado sobre iniciativas para a prevenção e redução destes materiais nos resíduos, que resultou na aprovação, pelo Parlamento, na passada sexta-feira, de uma proposta de resolução do Partido Ecologista "Os Verdes" (PEV) e outra do CDS-Partido Popular, bem como a passagem à discussão na especialidade de um projecto de lei do PSD.

Jornal de Notícias. 07.07.2008.

Cidadania, Saúde Pública, Economia e Gestão4/ 6/2008 14:01
 
Fonte: ECOSFERA 
Cidadania, Economia e Gestão27/ 5/2008 11:20

Segundo dados da Associação Nacional de Registo de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos (ANREEE), foram colocados em 2007 no mercado nacional cerca de 70 milhões de equipamentos eléctricos e electrónicos (EEE) novos, o equivalente a cerca de 177 mil toneladas.

«Comparativamente a 2006, o mercado em 2007 cresceu significativamente, na ordem dos 30% em quantidades unitárias e peso», analisa Rui Cabral, director executivo da ANREEE. Esta evolução positiva, explica o responsável, «permite concluir que o aumento de empresas registadas acompanha o aumento dos valores de mercado».

Na opinião de Rui Cabral, «pela primeira vez em Portugal é possível traçar um retrato bastante fiel do mercado no sector eléctrico e electrónico, com base nos números decorrentes das declarações de actividade prestadas pelas empresas registadas na ANREEE». Perante estes resultados, «pode-se ainda concluir que em média estão a ser colocados no mercado português cerca de sete EEE por habitante/ano, o que corresponde a um peso de 17,6 kg per capita anuais».

FONTE: DIÁRIO DIGITAL

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Cidadania, Economia e Gestão17/ 4/2008 12:40

"Como se esperava, vem aí (mais) betão. A resposta ao atraso estrutural do país, às dificuldades no emprego e às assimetrias regionais deu nisto obras públicas, enormes investimentos, infra-estruturas. O Estado assume o comando da dinamização da economia. Uma lista pletórica se anuncia: ele são auto-estradas, pontes, TGV, barragens, aeroporto. Para trás fica o conhecimento, a qualificação das pessoas e a valorização do território, a sustentabilidade e outras muletas discursivas hoje suplantadas. Para amortecer, mesmo temporariamente o desemprego, para aproveitar a ligeira folga orçamental e o novo quadro de apoio europeu, para ganhar eleições e fazer esquecer tristezas, eis que se escolheu… o cimento."

"O choque do betão" por Bernardino Guimarães in Jornal de Notícias 15.04.2008

Nem sempre concordo com o que se diz na comunicação social em matéria de Ambiente… desta vez sim!

Como qualquer processo de tomada de decisão, governar implica estabelecer prioridades. Com o aproximar das eleições, as prioridades dos nossos governates baralham-se sempre um pouco! Longe de trabalhar no sentido de satisfazer as necessidades básicas dos portugueses de forma sustentável e duradoura, o Estado encarrega-se de "dinamizar a economia", movimentando o sector da construção com grandes investimentos. Isto significa que, em breve, Portugal terá TGV, novo aeroporto, mais barragens, mais pontes e mais estradas, com custos ambientais maiores ou menores conforme as sucessivas decisões forem piores ou melhores. Fica por saber quantos portugueses continuarão sem acesso rápido e fácil aos serviços de saúde e educação, quantos núcleos habitacionais continuarão sem saneamento básico, quantos dos novos equipamentos serão construídos em zonas de risco (ex. os leitos de cheia de rios e ribeiras)…

Dá ideia que o nosso Estado pretende construir a casa  começando pelo telhado!

Susana Garcia

Cidadania, Ordenamento do território, Economia e Gestão7/ 4/2008 15:53

Comemora-se hoje o Dia Nacional dos Moinhos. Para assinalar, a Rede Nacional de Moinhos promoveu a iniciativa de abrir ao público 102 exemplares durante os dias de hoje e ontem. "Os moinhos são marcos da paisagem e um património que tem de ser preservado e cada vez mais potenciado", afirmou Jorge Miranda, presidente da Rede Portuguesa de Moinhos. Há mais de 30 anos ligado à milonologia, este apaixonado da causa dos museus não tem dúvida que a aposta neste tipo de estruturas é importante para alguns sectores do turismo em Portugal. "É uma excelente oportunidade de negócio para pequenas freguesias que a partir de um moinho recuperado pode gerar mais-valias", explicou. O facto de transformar uma coisa velha num valor acrescentado já está, segundo Jorge Miranda, a atrair alguns investimentos que se têm mostrado lucrativos.

Energia, Economia e Gestão12/ 3/2008 11:14

A agência da ONU responsável pela luta contra a fome no mundo alertou hoje a União Europeia para os perigos dos biocombustíveis, que alimentam a subida dos preços dos alimentos. Os 27 Estados membros da UE querem ter, até 2020, dez por cento de biocombustíveis nos transportes.

Economia e Gestão11/ 3/2008 13:11

A EDP quer ter 75% da capacidade instalada (dois terços da geração) "livre" de emissões de dióxido de carbono (CO2) até 2013, face aos actuais 39%, revelou ontem o presidente executivo da empresa. Para cumprir a meta até ao fim do actual período de Quioto, a EDP mantém a aposta nas renováveis, em particular, eólicas e hídricas. A construção de centrais a gás, em Portugal e Espanha - em substituição do carvão e fuel - também vai ajudar a esse objectivo.

Economia e Gestão10/ 12/2007 11:11

Licenças de emissões de dióxido de carbono na origem do agravamento

Os consumidores de electricidade podem contar a partir de 2009 com um agravamento dos preços da electricidade. Na origem está o sobrecusto associado às licenças de emissões de dióxido de carbono (C02) que pode atingir os 66 milhões de euros.

Energia, Economia e Gestão6/ 12/2007 11:19

A União Europeia quer iniciar em Bali um «Roteiro para o Clima» que permita garantir que daqui a dois anos é assinado um novo acordo global para reduzir as emissões poluentes. A UE quer a assinatura, na Dinamarca, de um novo acordo global que substitua o Protocolo de Quioto.

Ordenamento do território, Economia e Gestão31/ 10/2007 10:46

"Há muito tempo que defendo a ideia do Turismo como um verdadeiro, desígnio nacional.

Esta ideia, coincide aliás, com uma das mais elementares máximas da gestão: Cada um deve fazer o que faz e tem condições de fazer bem. A vocação turística de Portugal, resulta não só das suas excelentes condições climatéricas e fantásticas características naturais e paisagísticas."

Telmo Correia fala de competitividade e sustentabilidade no sector do turismo em Portugal. Para ler aqui.